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Tuesday, February 26, 2008

Nelly Furtado expulsou o ex-futebolista Paul Gascoigne (2007)




A cantora luso-canadiana Nelly Furtado expulsou o ex-futebolista Paul Gascoigne de uma festa em que comemorava o final da primeira parte de sua digressão.

O episódio aconteceu sexta-feira em Londres e, segundo o site do jornal ‘Daily Mirror’, aconteceu quando Nelly Furtado ouviu Gascoigne a gritar poucos minutos depois de entrar: “Quem diabo é Nelly? Não quero saber da festa dele!” Segundo o ‘Daily Mirror’, Nelly Furtado terá ficado furiosa com o facto de Gascoigne a ter tratado no termo masculino e pediu para que os seguranças o retirassem do local. Só que, nervoso e embriagado, Gascoigne continuou a gritar que não conhecia a cantora e partiu mesmo alguns copos e garrafas na mesa de Nelly, irritando também os restantes presentes. Convidados revelaram mais tarde que o ex-jogador mandou ainda piropos a várias jovens. Minutos antes, Gascoigne teria discutido também com a namorada Adele Sica.
Correio da Manhã (Fevereiro 2007)

Jornal 24 Horas (Portugal, 2006)


Jornal 24horas 23 Dezembro 2006

Monday, February 25, 2008

Revista Única (Portugal, 2006)

Revista Única (Portugal, Novembro 2006)
A força de Nelly – Nelly Furtado em entrevista exclusiva ao Expresso

“Sinto-me mais portuguesa”
Aos 27 anos, a filha de Maria Manuela e António José Furtado já vendeu dez milhões de discos. O seu último álbum, Loose, tornou-a uma concorrente directa de Shakira ou Beyoncé. A história de uma estrela mundial com profundas raízes açorianas.
Entrevista de Micael Pereira

“Os meus pais tinham 20 hectares de terras em São Miguel, com vacas. Passava muito tempo nesses campos”
“Às vezes vestia-me de pastorinha nas procissões. Fiz de Jacinta uma vez ou duas. Adorei essas experiências”
“Tenho passaporte canadiano e passaporte português. Mas sinto-me mais portuguesa, por causa das minhas raízes”

Fotos Jose Ventura: Click Here

Fotos Ondrea Barbe: Click Here

Blitz Magazine (Portugal, 2006)

Blitz Magazine (Portugal, Agosto 2006)

Nelly Furtado – De boazinha a boazona
Como Uma Força da Natureza

Ela andou anos a fazer-se passar por rapariguinha prendada e bem-intencionada, senão mesmo ingénua. Entretanto teve uma filha, viu o seu segundo álbum fracassar comercialmente, foi morar para Los Angeles e, finalmente, separou-se do pai da criança. O suficiente para que, ao terceiro álbum, Nelly Furtado diga que atingiu a maturidade. Agora canta a promiscuidade, em dueto com Timbaland, e interpreta o papel de uma “devoradora de homens”. Mistérios e maravilhas da música pop. Mas afinal, de que falamos quando falamos com Nelly Furtado?

O seu novo álbum chama-se Loose [solta]. Será por estar a libertar-se, finalmente, das suas raízes portuguesas? Não. Ia chamar-lhe Cruise Control, porque agora estou ao comando. Agora estou bem, estou no carro, estou a guiar, estou definitivamente a guiar o carro. Mas liguei o piloto automático e libertei-me. Por isso posso topar tudo. Encontro-me num sítio bom e estou muito feliz porque me separei, finalmente, do meu cérebro (risos). Divertiu-se a gravar Loose? Sim, diverti-me. Mesmo. Adoro este álbum e trabalhei muito nele. O trabalho com o Timbaland aconteceu muito depressa e só utilizei duas das outras canções dos artistas com quem trabalhei, que também são grandes artistas e produtores, como o Lester Mendez e o Juanes. Temos um dueto fabuloso neste álbum, chamado «Te Busque». Depois trabalhei com outro compositor, Rick Nowels, e essa é a minha faixa pop mais «standard» do álbum, «In God’s Hands». Posso perguntar-lhe o que aconteceu ao material que gravou com Pharrell Williams? Não sei, não entrou no álbum. Há mais um monte de canções, coisas mesmo boas. Gostava de trabalhar de novo com o Pharrell. Não tivemos muito tempo, só quatro dias ou assim, portanto daí não saiu nada que eu gostasse, mas ele disse o meu nome numa das canções dele e isso foi porreiro. A música serve de escape da sua vida privada desgastante? Quando estou a compor canções, preciso de admitir que compor tem realmente uma qualidade terapêutica. Tive uma experiência fantástica com este álbum porque, durante um ano, pude sentar-me com os melhores músicos e os melhores produtores e escoar as minhas emoções todos os dias. É realmente um trabalho de sonho. Estava mesmo feliz por estar ali – qualquer coisa que me acontecesse durante o dia, podia servir de pretexto para cantar sobre ela à noite. Abordei a composição de uma forma completamente diferente do primeiro álbum: antes sentava-me com a guitarra durante horas, escrevia umas 20 canções por dia e daí surgiam algumas de que gostava. Por exemplo, «I’m Like A Bird» foi composta em solidão. Os meus últimos dois álbuns, especialmente este, foram esforços de grupo, de equipa. Era eu, mais alguém para os arranjos das vozes, e o Timbaland e o colega dele, o Danger, e dois engenheiros e quem quer que estivesse de passagem pelo estúdio. Como se fosse uma festa. Chris Martin, vocalista dos Coldplay, divertiu--se muito a tocar consigo em «All Good Things», não foi? Isso foi muito engraçado. O Timbaland é doido. Ou seja, chegou ao estúdio à meia--noite, ficou até às cinco da manhã e foi-se embora – ele é mesmo maluco, mas adoro-o. Vi o Chris nos MTV Video Awards na noite anterior – já não o via há três anos, embora trocássemos mails de vez em quando – e ele disse: «Meu Deus, estás a trabalhar com o Timbaland?». E eu respondi: «Sim, tens de aparecer. O Timbaland adora a tua música». O Timbaland só falava dos Coldplay e punha as canções a tocar e cantava a acompanhá- -las… E eu adoro juntar as pessoas. Acho que é isso que faz a música avançar – juntar dois mundos. E o Chris disse-me «gostava de aparecer!». E eu disse: «Tens de aparecer, aparece amanhã, vai ser mesmo porreiro». Acertámos tudo, chegámos lá por volta da meia-noite, e o Timbaland lá estava sentado: «Meu Deus, tenho os Coldplay no estúdio!». Era só o Chris, mas ele chama Coldplay ao Chris e disse «Coldplay aqui, ó meu Deus!». Estavam os dois nervosos e o Chris deixou logo claro que não queria sentar-se ao teclado. E eu: «Senta-te, pá. É como se estivesses em casa». E foi, literalmente, uma paródia – eles pareciam dois miúdos de cinco anos numa loja de brinquedos, todos excitados por estarem na companhia um do outro. Tive de os convencer a sentarem-se e a fazer alguma música. «Sentem-se, faz uma batida, olha, está aqui a guitarra» e começámos a improvisar. E eu ali sentada a cantar um bocado… Bom, nem por isso… o Chris estava ali e parei quando estava a olhar para ele. «Por que é que paraste?», perguntou ele. E eu: «Boa pergunta. Talvez por seres um génio e eu fico melhor a ver-te compor canções». Ele compôs uma parte e eu terminei-a. Foi mesmo espectacular. Ele tocou connosco durante três ou quatro horas e todos nós ficámos maravilhados, porque ele soava como o James Brown. O funk saía dele, e nós tipo «Valha-me Deus!». É por isso que o disco se chama Loose, não tem barreiras, somos nós a fazer música. Não é ciência atómica, estamos simplesmente a divertir-nos. Porque é que o disco não tem canções portuguesas mas tem duas espanholas? Sei que vou ter problemas quando for a Portugal mas gosto de seguir o meu coração e só faço o que quero fazer. Não gosto de fazer seja o que for por achar que as pessoas vão gostar de a ouvir. Mas estava em Miami e tenho falado muito espanhol ultimamente. Cantarei sempre em português mas também gosto de cantar em espanhol. Desde que fiz o dueto com o Juanes, «Fotografia». Tem um álbum português dentro de si? Acho que sim, português e espanhol, e até já escolhi um produtor. Há anos que falamos sobre isso. É o Gustavo Santaolalla, um produtor que respeito imenso. Ele fez a banda-sonora do Brokeback Mountain. É um génio, adoro todas as suas produções e ele diz-me sempre «lembra-te de mim para o álbum português» – portanto vai mesmo acontecer. Decidimos que vamos gravá-lo na Argentina.Como foi a experiência de gravar «Força» [a canção de Folklore, que se tornou o tema oficial do Euro 2004]? Bom, a «Força» foi quase português suficiente para dez anos (risos). Não, estou a brincar. Soube muito bem ter finalmente uma canção maior que «I’m Like A Bird» em Portugal. Agora cada vez que as pessoas me vêem lá dizem «Força!». Nos MTV Europe Awards [realizados em Lisboa], os fãs na rua diziam--me o mesmo quando saía do hotel. E é o que me dizem agora. É muito engraçado porque é um sonho tornado realidade – quando era pequena sempre quis ir a Portugal, fazer música e fazer as pessoas felizes. Portanto toda a experiência do futebol foi excelente. E o melhor é que se tornou uma canção do futebol e o futebol vive para sempre. Por isso sinto que agora tenho a minha própria história no futebol. Encontrei o Nuno Gomes nos MTV Europe Awards e ele disse--me: «No balneário do Benfica cantamos a “Força” antes de cada jogo». Senti-me muito importante. (...)
Entrevista de Marcel Anders
Fotos de Chris Baldwin: Click Here

Revista Vip (Portugal, 2006)

Revista Vip (Portugal, Setembro 2006)
Nelly Furtado - Mais radical, a cantora regressa em força após ter sido mãe.
“Gosto de agradar ao meu público”
“Este meu novo disco é muito mais sensual, mas as mulheres que sabem o que querem não precisam de limitar a sua sexualidade”, afirma Nelly Furtado
“Há tempos, a minha filha desatou a cantar e a dançar e disse-me que estava a ganhar dinheiro, o que quer dizer que de algum modo percebe o que faço”
Text: Wendy Metcalfe
Pics: Click Here

Sunday, February 24, 2008

Nelly Furtado | MTV Europe Music Awards 2006






MTV EMA 2006 Portraits: Click Here

Billboard Music Awards (2006)

Jornal Record (Portugal, 10 Dez 2006)


Revista Tv Mais (Portugal, 15 Dezembro 2006)

Nelly Furtado and her daughter Nevis (2006)



Nelly Furtado | Portugal Novembro 2006





Secção de autografos na Worten e Entrevista Sic Noticias










Nelly Furtado na Floribella










Franja ao Poder

Nelly Furtado & Timbaland


Jornal Metro 9 Abril 2007

Revista Super Pop 14 Maio 2007

Revista Super Pop Julho 2007

Revista 24Horas 25 Novembro 2007

Saturday, February 23, 2008

Vídeo Foto a Foto (2007)


Revista Super Pop (Portugal)

Letras e tradução das músicas (2006-2007)



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